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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Muito obrigado por estar aqui !

Gente eu quero agradecer por todos colaboradores , por todas as pessoas que teve um minutinho da sua vida para nos visitar , agredeço em honra de Jesus Cristo , agradeço piamente a o nosso pouquinho de seguidores que tivemos no decorrer desse blog !E aqui estivemos contando curiosidades , cultura do nosso Egito ! Muito obrigado de coração ! E todos nós que fizemos parte do blog , desse trabalho tão mágico, agradecemos as nossas colaboradoras e professoras (Sílvia e Michelly) . Beeeeeeeeeeeeijos MUNDO !*-*


                                        Menininha rezando

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Sociedade egípcia



A sociedade do Egito Antigo possuía uma forma de organização bem eficiente, embora injusta, garantindo seu funcionamento e expansão. Esta sociedade era hierárquica, ou seja, cada segmento possuía funções e poderes determinados, sendo que os grupos com menos poderes tinham que obedecer quem estava acima. 
Vejamos abaixo os principais grupos sociais e a função que exerciam nesta sociedade.
Faraó
Era o governante do Egito. Possuía poderes totais sobre a sociedade egípcia, além de ser reconhecido como um deus. O poder dos faraós era transmitido hereditariamente, portanto não havia nenhum processo de escolha ou votação para colocá-lo no poder. O faraó e sua família eram muito ricos, pois ficavam com boa parte dos impostos recolhidos entre o povo. A família real vivia de forma luxuosa em grandes palácios. Ainda em vida, ordenava a construção da pirâmide que iria abrigar seu corpo mumificado e seus tesouros após a morte.

Sacerdotes
Na escala de poder estavam abaixo somente do faraó. Eram responsáveis pelos rituais, festas e atividades religiosas no Antigo Egito. Conheciam muito bem as características e funções dos deuses egípcios. Comandavam os templos e os rituais após a morte do faraó. Alguns sacerdotes foram mumificados e seus corpos colocados em pirâmides, após a morte.

Chefes Militares
Os chefes militares eram os responsáveis pela segurança do território egípcio. Em momentos de guerra ganhavam destaque na sociedade. Tinham que preparar e organizar o exército de forma eficiente, pois uma derrota ou fracasso podia lhes custar a própria vida.

Escribas 
Eram os responsáveis pela escrita egípcia (hieroglífica e demótica). Registravam os acontecimentos e, principalmente, a vida do faraó. Escreviam nopapiro (papel feito de fibras da planta papiro), nas paredes das pirâmides ou em placas de barro ou pedra. Os escribas também controlavam e  registravam os impostos cobrados pelo faraó.

Povo Egípcio
Mais da metade da sociedade egípcia era formada por comerciantes, artesãos, lavradores e pastores. Trabalhavam muito para ganhar o suficiente para a manutenção da vida. Podiam ser convocados pelo faraó para trabalharem, sem receber salários, em obras públicas (diques, represas, palácios, templos).

Escravos
Geralmente eram os inimigos capturados em guerras de conquista. Trabalhavam muito e não recebiam salário. Ganhavam apenas roupas velhas e alimentos para a sobrevivência. Eram constantemente castigados como forma de punição. Eram desprezados pela sociedade e não possuiam direito.



quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os Idiomas Egípcios .

HIERÓGLIFO

Traduzir os hieróglifos deu trabalho, e ainda apareceram impostores na história que diziam ter traduzido como o jesuíta Athanasius Kircher (1602-1680), publicou, sob o título de Oedipus Aegyptiacus, pretensas traduções dos textos hieroglíficos esculpidos nos obeliscos romanos.



A PEDRA ROSETA FOI QUEM AJUDOU A HUMANIDADE A DESCOBRIR A TRADUÇÃO DOS HIERÓGLIFOS EGÍPCIOS,1400 ANOS DE HISTÓRIA OCULTA FOI DESVENDADA

Mais tarde a farsa foi descoberta e Champollion o acusou de ter abusado da boa fé dos seus comtemporâneos, pois algumas vezes o jesuíta citou autores que nunca existiram
uma dos textos hieríglifo Athanasius traduziu assim:

"O criador de toda a fecundidade e todo o crescimento é o deus Osíris, cuja força vivificante tira Santa Mofta do Céu para seu império".


Quando a tradução original era:

"Autocrata, senhor absoluto"!!!





Durante muitos séculos se considerava os hieróglifos uma linguagem ideográfica e usada pelos religiosos, varias teorias foram surgindo com o tempo para tentar explicar os significados dos hieróglifos, a quem dizia que tal língua era da mensa raiz que o chinês e tentou traduzir os hieróglifos com o dicionário chinês. Outros diziam que não tinham significados que eram meras gravuras estéticas.




A invasão do Egito por Napoleão iria trazer cientistas e estudiosos para ajudar a desvendar o mistério secular dos hieróglifos. Em 1799, Bouchard, um oficial francês encontrou a famosa "pedra roseta" aque continha inscrições em três faces da pedra:
uma inscrição em hieróglifos, outra emcopta (demótico) e a terceira em grego. Com a tradução do texto grego, abriu-se caminho para a tradução do texto hieróglifo.

O texto foi datado de 196 a.C. e se tratava de um decreto sacerdotal que conderia honras ao rei Ptolomeu V Epifânio.



PEDRA ROSETA, NO MUSEU BRITÂNICO, EM LONDRES



COPTA

idioma falado no Egito nos dias de Jesus



a lingua copta era falada no Egito e o seu nome deriva da palavra arabe "qibti" e do grego " Aigyptoi", entrou em extincao no seculo XVII, o ocnhecimento da lingua copta foi de fundamental importancia para decifrar os hieroglifos

OS ALGARISMOS COPTAS


O copta e um idioma da linha semitica, tendo textos escritos ha 6 mil anos atras, ela contem elementos dos hieroglifos pictoricos e os caracteres demoticos. O copta foi a lingua oficial do Egito ate o seculo XIII, quando entao foi substituida pelo arabe. Ate hoje a igreja crista copta usa esta lingua em suas cerimonias religiosas, sendo o idioma de importantes figuras do cristianismo como:
MARCOS EVANGELISTA
PACOMIO
TEOFILO
CIRILO
ATANASIO
ANTONIO

Cerca de um terco das palavras em copta e de origem grega

a lingua copta era comun no egito desde o seculo IV antes de Cristo e tinha dois dialetos :boarico (Baixo Egito) e o saidico (Alto Egito). Quando o Egito foi dominado pelos arabes, estaq língua foi dando espaço para o árabe, lingua dos conquistadores. O copta é uma adaptação da língua grega, sendo a língua sagrada da igreja ortodoxa Copta do Egito que possui entre 5 a 6 milhões de fiéis.


ALFABETO EM LÍNGUA COPTA
 
 Fonte : http://egiptologiabiblica13.blogspot.com/2009/02/os-idiomas-egipcios.html


Influências e Tradições Egípcias .

                     historia do egito
                          Civilização egipcia

Segundo a história conhecida dos egípcios, os faraós, vistos como semi-deuses, eram considerados descendentes de divindades.
As divindades teriam sido os primeiros a reinar sobre as terras do Egito. Assim o deus Rê foi o deus dos deuses, quando esse se retirou, em seu lugar assumiu Shu que mais tarde deixaria o trono para seu filho Geb.
Geb era o pai de Osiris que assumiu seu lugar, quando esse foi para o céu.
Quase toda a cultura do antigo Egito tem como base o reinado de Osiris, foi Osiris quem implantou a cultura egipcia, uma das mais conhecidas do mundo antigo.
Osiris aboliu a antropofagia e deu início a produção de pães, cerveja e vinho, além de fundar vários templos e culto aos deuses.
O povo egípcio, apesar de ser um povo extremamente fechado, quando o assunto são as classes sociais, proporcionou muitos intercâmbios culturais com os maiores nomes e culturas da história das civilizações.
A cultura mais presente no Egito, além da sua própria, era a hebraica, ou judaica, devido ao longo tempo em que conviveram pacificamente juntos. Segundo a Bíblia, só com o nascimento de Moisés, um nobre egípcio que mais tarde descobriria ser descendente dos hebreus, tirando todo o povo judeu do Egito, outrora bem tradado, transformado em um povo escravo.
Na passagem do povo judeu pelo Egito notamos vários fatos misteriosos, entre eles: O povo judeu sempre foi superior aos seus anfitriões, devido a sua estrutura social, comparada a de poucos povos do passado, como a cultura da Babilônia e a cultura grega.
A Grécia, aliás,  foi um povo com muita proximidade com o povo egípcio, devido a suas culturas, ambas consideradas avançadas até os dias de hoje. Esse intercâmbio cultural proporcionou aos dois povos um conhecimento tão vasto que, talvez por questões estratégicas, boa parte dessa tecnologia é desconhecida até hoje. Dos conhecimentos abertos ao público, a maior parte foi destruìda, devido a guerras e destruições da maior biblioteca da antiguidade, onde estavam a maior parte dos escritos gregos, egípcios e hebraicos.
Apesar desse intercâmbio, os dois povos, egípcio e grego, sempre mantiveram a sua independência. Sua harmonia era tanta que até alguns de seus deuses eram identificados em ambas tradições religiosas.
Essa tolerância ao politeísmo, facilitou uma aproximação dos grandes gênios gregos ao Egito, por outro lado, a matemática, geometria e astronomia, pode ter sido um dos motivos de os intelectuais gregos terem tanto interesse na cultura egípcia, os egípcios, é claro, aproveitavam a ciência desses sábios gregos para evoluírem ainda mais. A cultura egípcia só seria interrompida pelas invasões e guerras, para as quais não estavam preparados.
Segundo especialistas, as pirâmides são o simbolo da eternidade, apesar de alguns estudos recentes afirmarem que as pirâmides são anteriores aos faraós, o fato é que as pirâmides estão arraigadas a cultura egípcia e aos faraós.
Segundo esses estudos, a pirâmite representa, não só a hierarquia política e social desse povo, mas também a sua religião, assim a cultura egípcia tinha muito mais em comum com as tradições hebraicas e gregas do que nós poderíamos imaginar.
No topo dessas pirâmides, está o faraó, representando também a Hórus, o primeiro faraó, filho de Osíris a última divindade a reinar sobre a Terra. Assim, quando todo Hórus morria, ascendia para Osiris, o deus, sendo suscedido por seu filho que passaria a ser o novo Hórus.
Segundo sua tradição, o faraó não era quem governava por conquista mas por ascensão
Apesar de o faraó poder ser um mortal, sua coroação era seguida de um ritual misterioso, o qual identificava quem de fato seria o escolhido, aquele que tem a divindade. Essa cerimônia nos faz lembrar das cerimônias que escolhem o Papa.
Segundo a tradição egípcia,  a sucessão dos faraós era hereditária, já que o faraó era considerado um deus. Será que o sangue azul tam alguma coisa a ver com isso? – e ascender para o sol, para o deus Amom Ra, teria a ver com acender o fogo?
Nas pirâmides, o faraó representava o topo, não só o maior poder, mas também aquele que tem ligação direta com o divino, portanto todo egípcio sob o seu poder, estaria também sob o poder do sol, de Amom Rá.
Assim como na Igreja católica, onde os mistérios mais avançados são restritos a poucos sacerdotes, os faraós também eram iniciados nos mistérios de sua religião, além serem assessorados pelos magos.
A passagem em que um mago egípcio se envolve em um embate de magia com Moisés, onde o bastão de Moisés vira uma serpente e devora a serpente em que fora transformado o bastão do mago, tornou-se clássica.
A era dos faraós não foi perfeita, houve muitos fatos pouco explicados, como a morte do jovem Tutankhamon, supostamente assassinado. O fato é que foi uma civilização que durou milhares de anos, teria continuado, se não fossem as guerras.
Ao contrário de outras civilizações, na civilização egípcia não havia conflitos, todo o poder era muito bem definido, a hierarquia era perfeita, mesmo em casos de conspirações.
Algumas sociedades secretas, até hoje, se inspiram em rituais egípcios.

      Fonte :http://icommercepage.wordpress.com/2010/02/16/as-influencias-e-tradicoes-egipcias/

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Cultura

A Cultura do Egito envolve muitas nuances, de acordo com cada período histórico do país.
É impossível falar da cultura do Egito sem antes pagar um justo tributo a um factor natural que foi preponderante para o desenvolvimento da civilização egípcia em uma estreita faixa de terras cercadas por desertos: a água.
                                      Ficheiro:Tutanchamun Maske.jpg
O Rio Nilo  é a base de tudo. Rio que nasce no coração da África, atravessa o deserto e deságua no Mar Mediterrâneo. Era o Nilo que fornecia a água necessária à sobrevivência e ao plantio no Egipto. No período das cheias, as águas do rio Nilo transbordavam o leito normal e inundavam as margens, depositando ali uma camada riquíssima de húmus, aproveitada com sabedoria pelos egípcios para o cultivo tão logo o período de enchentes passava.
A arte egípcia refere-se à arte desenvolvida e aplicada pela civilização do antigo Egipto na beira do vale do rio Nilo no Norte de África. Esta manifestação artística teve a sua supremacia na região durante um longo período de tempo, estendendo-se aproximadamente pelos últimos 3.000 anos antes de Cristo e demarcando diferentes épocas que auxiliam na clarificação das diferentes variedades estilísticas adoptadas: Período Arcaico, Império Antigo , Império Médio, Império Novo, Época Baixa, Período ptolemaico e vários períodos intermédios, mais ou menos curtos, que separam as grandes épocas, e que se denotam pela turbulência e obscuridade, tanto social e política como artística. Suas crenças eram tão grandes que eram capazes de mumificar seus deuses. O processo de mumificação era tão complexo, que hoje em dia, por serem tão difíceis, poucos egípcios sabem como mumificar alguém
Na República Árebe do Egito  destaca-se, principalmente a questão de serem politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses.

 Fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_do_Egito

Clima

     
        O clima no Egito é árido subtropical. Há diferenças notáveis entre o clima experimentado no norte e no sul do país. Na região de Luxor e Aswan, e na costa do Mar Mediterrâneo, você deverá contar com temperaturas razoáveis durante o ano todo.
No Cairo e no Delta do Nilo, entretanto, as temperaturas no inverno podem não ser tão agradáveis, e os viajantes podem enfrentar um clima bem frio durante esta estação.
Se você estiver viajando entre os meses de Novembro e Março, num programa que inclua trekking na região do Sinai, velejar pelo Nilo ou acampar no deserto você deve estar preparado para temperaturas muito abaixo do normalmente esperado, principalmente durante a noite. Próximo ao Monte Sinai, as temperaturas freqüentemente caem para níveis bem abaixo do agradável. Vá preparado! 

Fonte :http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/egito/clima-do-egito.php

Localização Geográfica

Egito tem uma extensão de 1.001.449 quilômetros quadrados. Tem fronteiras ao leste com Israel e o Mar Vermelho, ao sul com Sudão, ao oeste com Líbia e ao norte com o Mar Mediterrâneo.
Egito é um país eminentemente desértico. O deserto de Líbia (por o oeste), que em realidade é o deserto do Sahara, se caracteriza pelas suas finas areias e imensas dunas. Em cambio, pelo leste, o deserto se mantém, mas com um aspecto totalmente diferente num terreno seco e desolado onde se erguem uma sucessão de rochas calcinadas pelo sol conhecidas como Cordilheira Arábiga ou Deserto Arábigo. Também a Península do Sinai, ao oeste do país entre os golfos de Suez e Aqaba, é muito árida. Nela encontra-se o Monte Sinai e o Monte Catarina, este último com 2.642 metros de altitude, sendo o mais alto do país.
Em meio deste espetáculo desértico, onde só a impressionante beleza da desolação é capaz de oferecer, se produz um milagre: do nada surge um precioso e inesquecível vergel. O responsável desta beleza é o Nilo, o rio mais longo do mundo com 6.671 quilômetros. As cheias anuais proporcionam um limo que alimenta as terras circundantes, proporcionando um excelente adubo que produz colheitas abundantes nos cultivos e uma exuberante vegetação em suas margens. O leito do rio oscila entre os 15 e 20 quilômetros na zona do vale, atingindo os 250 quilômetros na região conhecida como Delta do Nilo (com forma de leque), formado por inumeráveis braços nos que se divide a corrente, dando lugar a uma extensa planície de terrenos cultiváveis. Nesta zona se concentra uma alta porcentagem da população do Egito.
O clima do Egito é muito quente e úmido. As temperaturas oscilam entre os 48 e 50 graus centígrados em pleno deserto e entre os 26 e 27 graus na zona do Delta nos meses de verão. Na temporada de inverno as temperaturas se situam entre os 14 e 15 graus centígrados em todo o país. São habituais as tormentas de areia, muito perigosas, pois a escuridão que produzem é total, ademais de que a areia o cobre praticamente tudo fazendo o ar quase irrespirável.
Não podemos esquecer o Canal de Suez que substitui ao istmo natural que unia, milhares de anos atrás, África com Saía. Sua construção se inicio em 1859 e dez anos depois se abriu à navegação. Tem 161 quilômetros de comprimento e entre 70 e 125 metros de largura.

Ficheiro:Egypt map topo.png


 Fontes : http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Egypt_map_topo.png
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/egito/geografia-do-egito.php

Conhecendo um pouco sobre o Egito ( Imagens ).

Mapa do Egito. Fonte: educamel.blogspot
Nome: República Árabe do Egito
Capital: Cairo
Língua Oficial: árabe
Governo: República Semipresidencialista
Formação: 
Primeira Dinastia: 3.150 a.C
Independência do Reino Unido: 28 de fevereiro de 1922
Declaração da República: 18 de junho de 1953
Área: 1.001.449 km²(29º)
População: 81.713.517 habitantes (16º)
Maiores Cidades:
Cairo: 8.105.071 habitantes

Cairo - maior cidade do Egito

Alexandria: 4.388.219 habitantes
Alexandria - segunda maior cidade do Egito
Giza: 3.348.401 habitantes
Giza - terceira maior cidade do Egito

PIB: US$ 216.830 bilhões (40º)
IDH: 0,620 (101º)
Expectativa de Vida: 71,3 anos (106º)
Mortalidade Infantil: 29,3/mil (115º)
Alfabetização: 71,4 (132º)
Moeda: Libra egípcia

Meses Egípcios .














 


O ano egípcio de 23-22 aC possui o mês correspondente a agosto com 30 dias. A partir de então, este mesmo mês voltou a possuir 29 dias salvo nos anos bissextos, quando tinha um dia a mais. Esse novo calendário passou a se chamar Alexandrino.
Esta reforma não foi aceita integralmente e os dois calendários permaneceram paralelos até pelo menos 238 dC. Os astrônomos e astrólogos mantiveram a notação antiga. Ptolomeu usava-o, salvo no tratado de fenômenos anuais em que o novo calendário tinha mais conveniência.
Os persas adotaram o antigo calendário egípcio em 500 aC. Não é bem certo se foi adotado exatamente ou com modificações. Os armênios ainda o adotam. Os três últimos meses do calendário armênio correspondem exatamente aos três primeiros do antigo calendário egípcio. Em seguida vêm os cinco dias finais, característicos deste.
O calendário alexandrino é ainda usado na Etiópia, na igreja Cóptica e para fins de agricultura no moderno Egito e vizinhos do norte da África.


Fonte: www.quediaehoje.net













































































Calculando com os egípcios .

Image
Os egípcios da Antiguidade possuíam um sistema numérico decimal não-posicional, ou seja, a posição ocupada pelos algarismos não tinha influência no valor que representavam. Havia símbolos para 1, 10, 1.000, 10.000, 100.000 e 1.000.000. Os detalhes deste sistema e os símbolos usados são descritos no texto Numerais egípcios.
Usando seus "algarismos", os egípcios faziam adições e subtrações agrupando e rearranjando os símbolos. A multiplicação e a divisão baseavam-se essencialmente em múltiplos binários. As frações eram comumente utilizadas, mas apenas as frações unitárias eram permitidas, com duas honrosas exceções para 2/3 e 3/4. Todas outras eram escritas como a soma de frações de numerador 1. A geometria se limitava a áreas, volumes e similaridade. Os egípcios também resolviam algumas equações algébricas, assim como sistemas de equações de segundo grau.
Parece que a fama dos matemáticos egípcios atravessou fronteiras. Sabe-se que Thales, Pitágoras e outras feras da matemática visitaram o Egito para ampliar seus conhecimentos. Então, nada mais justo do que pegar uma carona e ver o que havia de tão interessante naquela época 

Adição e Subtração

Vamos tomar como exemplo uma adição bem simples: 28 + 5. Observe na figura 1 como o conjunto das unidades foi agrupado e como um conjunto de 10 unidades foi substituído pelo símbolo que corresponde a 10.
28 + 5 = 33
Fig.1 - Somando com algarismos hieroglíficos
A subtração obedecia o critério inverso. Os símbolos que correspondiam ao valor a ser subtraído eram retirados do valor original. Caso fosse necessário, alguns símbolos do valor original podiam ser desmembrados em 10 símbolos do valor imediatamente abaixo dele. A figura 2 mostra como o método era aplicado.
33 - 5 = 28
Fig.2 - Subtraindo com algarismos hieroglíficos

Multiplicação

Os egípcios baseavam as operações de multiplicação dobrando o multiplicando e os resultados obtidos, um jeito muito peculiar (e rápido) de encontrar o resultado desejado. Acompanhe o exemplo abaixo, onde serão usados algarismos arábicos para multiplicar 35 por 12:
     35 x 1 =  35  ........ 35 x  1
     35 x 2 =  70  ........ 35 x  2
     70 x 2 = 140  ........ 35 x  4
    140 x 2 = 280  ........ 35 x  8
    280 x 2 = 560  ........ 35 x 16

O multiplicador 12 pode ser visto como 4 + 8 = 12. Selecionando 4 e 8 da tabela acima, pode-se escrever a multiplicação de uma outra maneira:

     35 x 12 = 35 x (4 + 8)
             = (35 x 4) + (35 x 8)
             = 140 + 280
     35 x 12 = 420

A preguiça é a mãe da invenção . Para facilitar os cálculos de multiplicação, os egípcios perceberam que dava muito menos trabalho calcular uma tabela de valores dobrados cujos resultados pudessem, posteriormente, ser utilizados numa simples soma. O exercício mostrado a seguir dá uma idéia do ganho de tempo e de esforço:

Divisão

Se a multiplicação é a soma sucessiva de um determinado valor, a divisão é o número de vezes que determinado valor pode ser subtraído de outro. Por exemplo: 2 x 3 é o mesmo que 2 + 2 + 2 = 6 e 6 ÷ 2 = 3 significa que podemos subtrair 2 de 6 três vezes. Sabendo disso, como é que os egípcios calculavam uma divisão como, por exemplo, 329 ÷ 12? Novamente criavam tabelas de valores dobrados tomando por base o dividendo:

     12 x  1 =  12
     12 x  2 =  24
     12 x  4 =  48
     12 x  8 =  96
     12 x 16 = 192
     12 x 32 = 384

Depois disso, subtraíam do dividendo o valor da tabela que estivesse logo abaixo. Do resultado obtido, subtraíam novamente o valor da tabela logo abaixo e assim sucessivamente até não ser mais possível realizar subtrações como mostrado a seguir:
     329 - 192 = 137  ......... (192 = 12 x 16)
     137 -  96 =  41  ......... ( 96 = 12 x  8)
      41 -  24 =  17  ......... ( 24 = 12 x  2)
      17 -  12 =   5  ......... ( 12 = 12 x  1)

Estas operações mostravam que

     329 = (12 x 16) + (12 x 8) + (12 x 2) + (12 x 1) + 5
         = 12 x (16 + 8 + 2 + 1) + 5
         = (12 x 27) + 5
     329 = 27 + 5/12

Ora, acabamos de ver que os egípcios não admitiam frações que não fossem unitárias. Como é que ficava a fração 5/12 obtida nesta divisão? Ela era transformada em 5/12 = 1/3 + 1/12 e o resultado era mostrado como:
     329 ÷ 12 = 27 + 1/3 + 1/12

E aí gostaram , bacana né ?!
 
 Fonte : http://www.numaboa.com/escolinha/matematica/240-calculando-com-os-egipcios

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Religião Egípcia .

Religião no Egito :

A religião egípcia pertence à classe dos cultos sem líderes. Akhenaten foi um gênio religioso e poderia ter conduzido seu povo ao monoteísmo, mas, de tal forma ultrapassara a índole de seu tempo, que seus ingentes esforços no sentido de estabelecer a crença em Aten deixaram impressão mínima na vida religiosa dos egípcios.
Os fatos da religião egípcia revelam quase nenhum progresso, dos primórdios da historia à conquista do Egito pelos romanos. Surpreende raça tão altamente evoluída na arquitetura, arte, literatura e mecânica, manter-se tão primitiva na religião.
A mais antiga religião egípcia de que temos noticia, remontando a quatro ou cinco mil anos antes de Cristo, é o animismo, com tendência para o politeísmo. Neste estágio permaneceu, praticamente, sem nenhum progresso, por milênios.
O animismo, gradativamente, cedera em tanto ao politeísmo, mas nos períodos posteriores da religião egípcia ainda encontramos a idolatria da natureza e elementos de fetichismo e magia. Os tão conhecidos deuses-animais do Egito representam o maior desenvolvimento da religião nas terras do Nilo.
O espírito de conservação era característico, e tão arraigado em sacerdotes e povos, que recebia, destes, fraco apoio a qualquer tendência para novas formas de religião. Como diz W. Max Müller ( "Religions of the Past and Present" Editado por James A. Montgomery, pág. 48.): "Não será demais insistir que todos os desvios do conservantismo reinante foram passos isolados e tímidos de um ou outro erudito mais avançado".
O fato de o maior número de relíquias dos egípcios primitivos consistir em túmulos e no que estes encerram, produziu em geral impressão popular de que os egípcios manifestavam grande interesse pela vida futura. Daí se conclui que os egípcios eram profundamente versados nos mistérios religiosos, o que não é exato. Durante longos períodos de tempo, diante dos quais a nossa civilização moderna parece evanecer, a religião das massas do Egito contava da espécie mais primitiva de idolatria da natureza. Os próprios sacerdotes não logravam acumular qualquer patrimônio de sabedoria religiosa a que possamos recorrer em nosso tempo. Mesmos os deuses que invocam, reputavam-nos falíveis, sujeitos ao sofrimento, e freqüentemente incapazes de atender aos rogos de seus fiéis. Acreditavam possuírem estes deuses "poderes pouco maiores do que pode esperar o povo com os recursos próprios da magia, da feiticeira"

Fonte: umbanda7.blogspot.com

Religião do Egito :

Considerado pelo historiador grego Heródoto de Halicarnaso (484 – 424 a.C.) como o povo mais espiritualizado da antiguidade, os egípcios possuem registros de suas primeiras manifestações religiosas datadas de quatro a cinco mil anos antes de Cristo.
Inicialmente os egípcios praticavam, como a maior parte dos povos primitivos, o animismo (adoração à natureza), permanecendo neste estágio por milênios, até que por volta de 3.000 a.C. começaram a acontecer modificações que levaram, juntamente com a evolução da civilização, ao desenvolvimento de uma religião complexa e cheia de divindades, embora com alguns resquícios do animismo, visto que os deuses egípcios possuíam formas zooantropomórficas (parte homem, parte animal). Apenas na XVIII dinastia, Amenófis IV, tentou estabelecer o monoteísmo, adotando como deus único Áton, o sol. Mas o poderoso clero não aceitou a mudança e passa a combater o Faraó. E logo após a sua morte, o culto aos vários deuses retornou.
O próprio sistema político do Egito antigo e a vida cotidiana eram fortemente ligados à religião. Os egípcios consideravam que os menores detalhes de suas vida dependiam da vontade dos deuses. O Faraó, governante supremo da região do Nilo, era considerado um deus encarnado, e como tal era merecedor de todo o respeito e adoração. Esta associação fortaleceu o governo e o próprio Faraó.
A antiga religião do Egito era sectária, os templos, por serem lugares sagrados, eram proibidos ao povo e apenas o Faraó e os sacerdotes tinham acesso a ele o que criava diferenças entre a religião praticada pelo povo e pelas altas camadas religiosas. Isto levava a adoração de diferentes deuses, inclusive era comum que cada cidade tivesse o seu deus de preferência.
Uma das características mais importantes do culto egípcio era a preocupação com a imortalidade e com a vida futura. Os egípcios acreditavam que o homem era composto do corpo físico perecível (khat), da alma imortal (ba) e de uma personalidade abstrata (ka), que seria um corpo espiritual. Após a passagem pela vida na terra, que era um estado transitório, a alma (ba) ia para o mundo espiritual encontrar-se com Osíris, onde seria julgado de acordo com as suas ações, depois seria encaminhado para uma região de venturas, caso tivesse sido bom, ou para um local de sofrimentos caso tivesse levado uma vida de maldades. E posteriormente reencarnaria para nova experiência no mundo dos vivos.
Um dos maiores exemplos da importância que a imortalidade da alma tinha para o povo e para a religião egípcia e o mito de Osíris. Conta a lenda que Osíris, filho de Geb (a Terra) e com ajuda de sua mulher Ísis, ensinou aos homens a agricultura (principal atividade econômica do Egito antigo). Seu irmão Seth, tomado de ciúmes, afoga Osíris no rio Nilo e depois o esquarteja e espalha seus pedaços pelo Egito. Ísis recolhe todos os pedaços, refaz-lhe o corpo e o ressuscita, tornando ele a viver no céu. Hórus seu filho mata Seth, vingando Osíris, e como prêmio recebe o trono do Egito. Esta lenda além de justificar a divindade dos Faraós, que são descendentes de Osíris, representa, através do retorno de Osíris a vida, a imortalidade da alma e a reencarnação.
Atualmente a antiga crença dos egípcios perdeu-se no tempo, a população daquele país hoje segue o islamismo, entretanto a contribuição legada por eles permanece. Através da sua grande preocupação com as questões espirituais e da vida além da morte deixaram muitos ensinamentos que, desenvolvidos por outras correntes religiosas, inspiram uma compreensão mais ampla da relação entre o homem e o mundo espiritual.

Fonte: www.terraespiritual.locaweb.com.br




Economia do Egito .

A economia do Egito tem um PIB de aproximadamente 200 bilhões de dólares, segundo o método PPC. O Egito tem quatro principais fontes econômicas, em primeiro lugar vem o turismo, que tem como atrações as pirâmides, e o litoral do Mar Mediterrâneo. Em segundo lugar vem a extração e a exportação de petróleo, que gera emprego e lucros para o governo. Em seguida vem os impostos e as taxas alfandegárias que são cobradas sobre os navios que passam pelo canal de Suez, e em último vem as ajudas que são arremetidas por egípcios que vão para outros países e mandam dinheiro para suas famílias. No tempo antigo, a economia do Egito era à base de trocas.

História da economia

Economia é toda baseada na agricultura, com o método de produção asiático. O faraó era o dono de todas as terras do país, organizando todo trabalho agrícola. Também administrava as construções, e minas
No Egito predominava o regime de servidão coletiva, onde todos eram obrigados a trabalhar para sustentar o faraó, ou pagavam tributos na forma de bens para o estado.
As principais atividades econômicas exercidas no Egito eram a agricultura, criação de animais, comércio externo e forjamento de metais.

 

Comércio

O comércio no Egito funcionava a base de trocas, pois não conheciam o dinheiro naquela época. Essa prática se tornou mais intensa no novo Império, quando as importações e exportações se intensificaram com os contatos comercias com a ilha de Creta, a Palestina, Fenícia e a Síria.
Além disso, desenvolveram uma indústria bastante artesanal, com produção de armas, barcos, cerâmica, tijolos, tecidos, objetos de vidro, couro e metais. Todos esses produtos que eram produzidos pelos artesãos eram exportados. Os produtos mais importados pelos egípcios eram o marfim, peles de animais, perfumes e outros utensílios usados pelos ricos.

Transportes

Com as construções das pirâmides era necessário transportar as pedras de navio. Durante as cheias do Nilo, os egípcios faziam as pedras flutuar até a orla do deserto. Esses navios eram construídos de madeira do Líbano.
Esses navios eram dirigidos com a ajuda de grandes remos, presos à popa. Os egípcios foram os primeiros a usar velas. Mas, para atravessar o Nilo, os homens comuns do Egito utilizavam barcos de junco para pescar e caçar.

Metalurgia

Os egípcios primitivos aprenderam a usar o cobre e o ouro. Forjavam ferramentas, armas e jóias. Depois começaram a fabricar bronze mais duro de cobre e estanho em fornalha. Já no novo Império, inventaram foles que eram operados com o pé. O metal derretido era despejado em formas.

Agricultura

Na agricultura destacaram-se no cultivo cevada, faziam cerveja, bebida, e, finalmente o papiro natural do delta do Nilo, servia para fabricar cordas, sandálias, barcos e principalmente papel (papiro), muito usado até a Idade Média.


Pecuária

No Egito se criavam: bois, carneiros, cabras, porcos, aves e asnos. A criação de cavalos só começou no Egito quando os hicsos invadiram o país em 1750 a.C., que usaram os cavalos contra o exército egípcio, que copiou a estratégia depois da invasão. A carne era um alimento de luxo, só os ricos podiam desfrutar dos prazeres das carnes. A população pobre só comia carne em ocasiões festivas e especiais.

  Fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Egito

A Bandeira do Egito .

Bandeira do Egito
Bandeira do Egito
Aplicação
Proporção 2:3
Adoção 4 de Outubro de 1984
Cores
Preto
Vermelho
Branco

Ouro



A bandeira do Egito foi adotada em 4 de outubro de 1984. É composta por 3 faixas horizontais de mesmo tamanho. As faixas são vermelha, branca e preta. A origem dos elementos desta bandeira está no Império Turco - Otomano .

Significado das cores

Vermelha

Simboliza a história do país.

Branca

O branco representa a Revolução de 1952 que permitiu a deposição do rei Faruk I, e que acabou com a definitiva proclamação da República.

Preta

A cor preta simboliza o final da opressão do colonialismo britânico sobre sobre o povo egípcio. E também a morte dos Faraós Tutankamon e Menés.
O escudo é um símbolo da paz no Egipto desde a Guerra dos 6 Dias,e também um dos simbolos egipcio mais importantes.







Curiosidades sobre o Egito .

A escrita egípcia, inicialmente denominada hieroglífica, era composta de pequenas figuras que representavam as coisas. Essa era a escrita sagrada, que se encontrava nos túmulos e templos. Posteriormente ela foi simplificada, dando origem a escrita hierática, que era usada pelos sacerdotes nos textos sagrados. E ainda surgiu uma terceira escrita, muito mais simples, usada pelos escribas e pela população em geral. Os hieróglifos foram decifrados por um francês chamado Champollion. Entender sinais tão complicados só não era mais difícil do que descobrir o mistério das pirâmides. 
                                    
Por isso, Champollion teve que contar com uma pequena ajuda. Em 1779, os exércitos de Napoleão trouxeram do Egito a pedra da Roseta:  um pedaço de basalto negro onde estava gravado um texto em grego, em hieróglifos e em demótico. Está última forma era uma escrita egípcia mais simplificada, empregada nos papiros administrativos e literários. Na versão grega, o texto era um decreto baixado por Ptolomeu V em 196 a.C. Os dois outros poderiam ser traduções. Por ordem de Napoleão Bonaparte a estela foi reproduzida e litografada e várias cópias enviadas a diversos especialistas em línguas mortas.Em 1807, Jean-François Champollion aceitou o desafio de decifrar. A partir dos nomes próprios do texto grego, ele comparou os outros dois textos até descobrir certas semelhanças. Foram necessários quatorze anos para o professor dispor de algumas chaves para entender o enigma: No total, foram.vinte e três anos desde a data de sua descoberta até  Champollion pudesse decifrar integralmente o seu conteúdo. Enfim, a pedra da Roseta e as inscrições de outros monumentos egípcios revelaram grandes segredos.

A matemática era usada principalmente na construção dos templos, pirâmides e outras grandes obras, como os diques e as barragens, que impediam as cheias do Nilo. Foram as mesmas cheias desse rio que levaram os egípcios a desenvolverem a geometria, que servia para dividir as terras, pois quando as águas baixavam e as divisões das propriedades sumiam era necessário reconhecê-las novamente. Eles sabiam medir áreas de triângulos, retângulos e hexágonos, e o volume de cilindros e pirâmides. Como se vê, todas as forças da natureza sempre estiveram muito presentes na vida dos egípcios, e isto mostra porque eles as idolatravam tanto, dando muito poder para quem as propagavam como divinas (sacerdotes e faraós), e criaram uma cultura em torno de si mesmas, fazendo com que um povo inteiro vivesse para elas e em torno delas.

As pirâmides egípcias foram construídas há mais de 3000 anos. A maior, localizada em  Gizé, tem 2,3 milhões de blocos de pedra, alguns pesando nove toneladas, mas ninguém sabe como foram sobrepostos. A suposição mais divulgada aponta para milhares de pessoas a empurrarem os enormes blocos de pedra por rampas durante vários anos. Haja força ou será que foi pura matemática? 
 
  Agora, uma nova teoria afirma que a elevação das pedras - bem como dos obeliscos - foi conseguida recorrendo a papagaios de papel, então feitos com linho. As experiências para o demonstrar foram lideradas pela consultora californiana Maureen Clemmons.

  Foi em Junho de 1997 que Clemmons começou a usá-los no terreno para testar a sua teoria, quando tentou levantar, sem sucesso, um obelisco de 180 quilos diretamente ligado a um papagaio. No final desse ano, usando um "parafoil" (papagaio preso a viatura), conseguiu elevar um tronco de sequóia com 2,5 metros de comprimento. No ano seguinte, o obelisco inicial foi levantado na horizontal com uma asa delta e um "parafoil", depois de os papagaios ficarem destruídos na experiência.

   Em Maio deste ano, concluíram com sucesso um teste e, um mês depois, chamaram a comunicação social para testemunhar a repetição da proeza. Dois homens, seis polias e um papagaio, ajudados por ventos de 25 a 30 quilômetros por hora, levantaram um obelisco com 3,4 toneladas de peso em 25 segundos. Como explica Clemmons, "o papagaio providenciava toda a tração e elevação para erguer o monumento, enquanto as polias davam vantagens mecânicas e os homens pilotavam o papagaio". Gomes da Cruz não tem dúvidas de ser possível usar papagaios para estas tarefas.

de blocos de pedra, alguns pesando nove toneladas, mas ninguém sabe como foram sobrepostos. A suposição mais divulgada aponta para milhares de pessoas a empurrarem os enormes blocos de pedra por rampas durante vários anos. Haja força ou será que foi pura matemática? 
 
  Agora, uma nova teoria afirma que a elevação das pedras - bem como dos obeliscos - foi conseguida recorrendo a papagaios de papel, então feitos com linho. As experiências para o demonstrar foram lideradas pela consultora californiana Maureen Clemmons.
  Foi em Junho de 1997 que Clemmons começou a usá-los no terreno para testar a sua teoria, quando tentou levantar, sem sucesso, um obelisco de 180 quilos diretamente ligado a um papagaio. No final desse ano, usando um "parafoil" (papagaio preso a viatura), conseguiu elevar um tronco de sequóia com 2,5 metros de comprimento. No ano seguinte, o obelisco inicial foi levantado na horizontal com uma asa delta e um "parafoil", depois de os papagaios ficarem destruídos na experiência.
   Em Maio deste ano, concluíram com sucesso um teste e, um mês depois, chamaram a comunicação social para testemunhar a repetição da proeza. Dois homens, seis polias e um papagaio, ajudados por ventos de 25 a 30 quilômetros por hora, levantaram um obelisco com 3,4 toneladas de peso em 25 segundos. Como explica Clemmons, "o papagaio providenciava toda a tração e elevação para erguer o monumento, enquanto as polias davam vantagens mecânicas e os homens pilotavam o papagaio". Gomes da Cruz não tem dúvidas de ser possível usar papagaios para estas tarefas.




História da Matemática no Egito .

Antes do quarto milênio a.C. um forma primitiva de escrita estava em uso na Mesopotâmia. Num processo gradual evoluíram os primitivos registros pictográficos para uma ordem linear de símbolos mais simples. Surge a escrita cuneiforme, que dava significado pelos arranjos das marcas em cunha.
Foi encontrada uma rocha A Pedra Rosetta, em 1799, egípcia, que trouxe muitas informações a respeito dos números. Encontrou-se uma numeração hieroglífica que baseava-se no sistema decimal.
Determinados símbolos indicavam valores de 10, 100, 1.000, 10.000 e 100.000. Por repetição desses símbolos, escrevia-se o número desejado.
As pirâmides egípcias exibiam tão alto grau de precisão na construção e orientação que lendas surgiram em torno delas. A sugestão de que a razão do perímetro da base da pirâmide Queops, para a altura foi conscientemente posta no valor 2p está em desacordo com o que se sabe da geometria dos egípcios.
Aos egípcios também podemos atribuir a autoria do primeiro calendário. Tendo-se interessado pela observação dos astros, concluíram que a inundação anual do Nilo ocorria pouco depois que a estrela Siriús se levantava a leste, logo antes do sol. Assim, como essas aparições da Siriús ocorriam em intervalos de 365 dias, os egípcios estabeleceram um calendário solar feito de doze meses de trinta dias cada um e mais cinco dias de festa.
Ocorre que esse ano oficial era curto demais por um quarto de dia e foram necessárias correções pois a cada quatro anos, as estações avançavam em um dia.
Outra fonte de informação sobre a matemática antiga, além dos escritos hieroglíficos, são alguns papiros egípcios de mais de três milênios de idade.
O maior deles, conhecido como Papiro de Rhind ou Papiro Ahmes usa uma escrita chamada hierática, diferente da hieroglífica.
A base ainda é o sistema decimal, mas já são adotados sinais especiais para representar dígitos e múltiplos de potências de dez. O número quatro, por exemplo, não é mais representado com quatro barras verticais mas com uma barra horizontal. E assim por diante com outros números.
O homem da Idade da Pedra não tinha necessidade de usar frações pois podia tomar como unidade a menor porção possível. Mas as culturas posteriores, Idade do Bronze, começaram a sentir necessidade de trabalhar com frações. Existe uma notação especial para uma fração na escrita hieroglífica e hierática.
Os egípcios trabalhavam bem com a fração 2/3, para a qual tinham um sinal hierático. Tanto que para achar um terço de um número, primeiro achavam 2/3 e tomavam a metade disso.
Conheciam usavam o fato de que dois terços da fração unitária 1/p ser a soma de duas frações unitárias 1/2p e 1/6p, e sabiam que o dobro da fração 1/2p é a fração 1/p.
É interessante verificar o modo como os egípcios encaravam frações de forma geral m/n. Não como uma "coisa" elementar, mas como parte de um processo incompleto. Por exemplo, a fração 3/5, para nós irredutível, era pensada como soma de três frações unitárias 1/3 + 1/5 + 1/15.
O papiro de Rhind fornece uma tabela para a transformação de frações gerais em somas de frações unitárias. Começa fornecendo 2/n como soma de frações unitárias, para todos os valores ímpares de n de 5 a 101. E assim outros equivalentes.O último item da tabela decompõe 2/101 em 1/101 mais 1/202 mais 1/303 mais 1/606. Isso mostra uma habilidade aritmética que é difícil de encontrar mesmo atualmente, apesar de nossos recursos técnicos e tecnológicos.
O tipo de combinação de frações escolhidas não é explicada. O porque de uma certa combinação e não outra, fica sem resposta.
O mais curioso que é saber como se desenvolve na mente, no raciocínio do escriba, o método para combinar as frações unitárias, permanece um mistério.
Ahmes começa sua obra garantindo que ela "forneceria um estudo completo e minucioso de todas as coisas... e o conhecimento de todos os segredos", por isso a parte principal do papiro que se segue às tabelas é composta de oitenta e quatro problemas sobre questões variadas. Os problemas geralmente usam cerveja, pão e coisas do cotidiano para se expressar.
A operação aritmética fundamental no Egito era a adição. A multiplicação e divisão eram efetuadas no tempo de Ahmes por sucessivas duplações. Um exemplo: a multiplicação de 69 por 19 seria efetuada somando 69 com ele mesmo para obter 138, depois adicionando a si próprio para alcançar 276, novamente duplicando para obter 552 e mais uma vez, dando 1104, que é dezesseis vezes 69. Como 19 = 16 + 2 + 1, o resultado da multiplicação de 69 por 19 é 1104 + 138 + 69, ou seja, 1311.
Na divisão, inverte-se o processo de "duplação", e o divisor é dobrado sucessivamente em vez do multiplicando.
Identifica-se, também, em alguns problemas o uso da propriedade de comutatividade da multiplicação.
No papiro Ahmes encontram-se ainda muitos problemas que mostram conhecimento de manipulações equivalentes a regra de três.
A maioria dos problemas são do tipo "aritmético", mas já aparecem alguns do tipo "algébrico", em que pede-se a solução para uma incógnita numa equação linear da forma x + ax = b ou x + ax + bx = c, onde a, b e c são conhecidos e x é a incógnita.
Não há comprovações de que os egípcios conheciam o Teorema de Pitágoras, mas existem problemas geométricos no papiro Ahmes, que mostram que tinham conhecimento de como calcular a área de um triângulo isósceles, tratando-o como dois triângulos retângulos, deslocando-se um deles de modo que os dois juntos formam um retângulo.
Começa a ser utilizada uma teoria sobre congruência e já são utilizadas provas matemáticas. O problema com a geometria dos egípcios é que lhes faltava uma clara distinção entre o que era exato e o que era aproximação.
No entanto, a regra dos egípcios para achar a área do círculo é considerada um dos maiores sucessos da época: Ahmes assume que a área de um campo circular com diâmetro de nove unidades é a mesma de um quadrado com lado de oito unidades. Significa que o valor encontrado para p (atualmente a área do círculo é dada por p r2) é 31/6. Mas mesmo assim não dá sinais de saber que a área do círculo e do quadrado não são exatamente iguais.
Não se conhecem teoremas ou demonstrações formais da matemática egípcia, mas as comparações sobre perímetros, áreas de círculos e quadrados são as primeiras afirmações precisas da história a respeito de figuras curvilíneas.
Apesar de tudo isso os egípcios não evoluíram muito em sua matemática. A matemática de Ahmes era a de seus antepassados. A vida estável, tranqüila do povo egípcio parece não ter motivado seus progressos na área do cálculo.
A grande maioria dos problemas apresentados por Ahmes e em outros papiros encontrados daquele tempo, dizem mais respeito a aritmética e geometria práticas. Não houve desenvolvimento de teorias formais. Cada solução era encontrada especificamente para determinado problema.
Contudo historiadores dizem que a matemática grega deve ter se baseado na dos egípcios.

               



 

Registo no túmulo do Rei Menes, fundador da 1.ª dinastia, provavelmente do resultado de um conquista. As gravações registam um saque de 400 000 bois, 1 422 000 cabras e de 120 000 escravos.






quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A Civilização Egípcia


  Uma das civilizações mais importantes da história Antiga. Desenvolveu-se na região do Crescente Fértil, mais exatamente no nordeste   da África, uma região caracterizada pela existência de desertos e pela vasta planície do rio Nilo. A  parte fértil do Egito é praticamente um oásis muito alongado, proveniente das aluviões depositadas pelo rio. Nas montanhas centrais africanas, onde o Nilo nasce, caem abundantes chuvas nos meses de junho a setembro provocando inundações freqüentes nas áreas mais baixas ( O “Baixo Nilo”). Com a baixa do Nilo o solo libera o humo, fertilizante natural que possibilita o incremento da agricultura. Para controlar as enchentes e aproveitar as áreas fertilizadas, os egípcios tiveram de realizar grandes obras de drenagem e de irrigação, com a construção de açudes e de canais , o que permitiu a obtenção de várias colheitas anuais.
            Dada esta característica natural, o historiador grego Heródoto de halicarnasso dizia que “O Egito é uma dádiva do Nilo”. Leitura preconceituosa, que tende a desprezar o empenho, o denodo e a competência técnica da civilização egípcia que aprendeu a utilizar as cheias e vazantes do rio a seu favor.
O Egito, inicialmente, estava dividido num grande número de pequenas comunidades independentes: os nomos que por sua vez eram liderados pelos nomarcas. Essas comunidades uniram-se e formaram dois reinos: o Alto e o Baixo Egito. Por volta de 3200 a.C., o rei do  Alto Egito, Menés, unificou os dois reinos.  Com ele nasceu o Estado egípcio unificado, que se fortaleceu durante seu governo com a construção de grandes obras hidráulicas, em atendimento aos interesses agrícolas da população. Menés tornou-se o primeiro faraó e criou a primeira dinastia.  O Crescente Fértil.