quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Curiosidades

A maldição do faraó 

No começo do século XX, os arqueólogos descobriram várias pirâmides no Egito Antigo. Nelas, encontraram diversos textos, entre eles, um que dizia que: "morreria aquele que perturbasse o sono eterno do faráo". Alguns dias após a entrada nas pirâmides, alguns arqueólogos morreram de forma estranha e sem explicações. O medo espalhou-se entre muitas pessoas, pois os jornais divulgavam que a "maldição dos faraós" estava fazendo vítimas. Porém, após alguns estudos, verificou-se que os arqueólogos morreram, pois inalaram, dentro das pirâmides, fungos mortais que atacavam os órgãos do corpo. A ciência conseguiu explicar e desmistificar a questão.



Processo de mumificação


- Para transformar um corpo em múmia era muito caro naquela época. Portanto, apenas os faraós e sacerdotes eram mumificados.
- Alguns animais como, por exemplo, cães e gatos também foram mumificados no Egito Antigo.

Faraós egípcios

                                                 
                                             Tutankamon, o faraó menino

Os faraós eram os reis do Egito Antigo. Possuíam poderes absolutos na sociedade, decidindo sobre a vida política, religiosa, econômica e militar. Como a transmissão de poder no Egito era hereditária, o faraó não era escolhido através de voto, mas sim por ter sido filho de outro faraó. Desta forma, muitas dinastias perduraram centenas de anos no poder.
O poder dos faraós

Na civilização egípcia, os faraós eram considerados deuses vivos. Os egípcios acreditavam que estes governantes eram filhos diretos do deus Osíris, portanto agiam como intermediários entre os deuses e a população egípcia.

Os impostos arrecadados no Egito concentravam-se nas mãos do faraó, sendo que era ele quem decidia a forma que os tributos seriam utilizados. Grande parte deste valor arrecadado ficava com a própria família do faraó, sendo usado para a construção de palácios, monumentos, compra de jóias, etc. Outra parte era utilizada para pagar funcionários (escribas, militares, sacerdotes, administradores, etc) e fazer a manutenção do reino.

Ainda em vida o faraó começava a construir sua pirâmide, pois está deveria ser o túmulo para o seu corpo. Como os egípcios acreditavam na vida após a morte, a pirâmide servia para guardar, em segurança, o corpo mumificado do faraó e seus tesouros. No sarcófago era colocado também o livro dos mortos, contando todas as coisas boas que o faraó fez em vida. Esta espécie de biografia era importante, pois os egípcios acreditavam que Osíris (deus dos mortos) iria utiliza-la para julgar os mortos.

Exemplos de faraós famosos e suas realizações:
- Tutmés I – conquistou boa parte da Núbia e ampliou, através de guerras, territórios até a região do rio Eufrates.

- Tutmés III – consolidou o poder egípcio no continente africano após derrotar o reino de Mitani.

- Ransés II – buscou estabelecer relações pacíficas com os hititas, conseguindo fazer o reino egípcio obter grande desenvolvimento e prosperidade.

- Tutankamon – o faraó menino, governou o Egito de 10 a 19 anos de idade, quando morreu, provavelmente assassinado. A pirâmide deste faraó foi encontrada por arqueólogos em 1922. Dentro dela foram encontrados, além do sarcófago e da múmia, tesouros impressionantes.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Processo de mumificação

                                          

Fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.historianet.com.br/imagens/religiaoegito_anubis.jpg&imgrefurl=http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx%3Fcodigo%3D673&usg=__92rRzgt2fhwV7XVaQBgftk9_aGo=&h=173&w=193&sz=16&hl=pt-BR&start=0&zoom=1&tbnid=ViOzbbanTx4d9M:&tbnh=126&tbnw=140&ei=cn5lTfCZGIKSgQexuZS-Bg&prev=/images%3Fq%3Deg%25C3%25ADpcios%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26tbs%3Disch:10,200&um=1&itbs=1&iact=rc&dur=899&oei=cn5lTfCZGIKSgQexuZS-Bg&page=1&ndsp=24&ved=1t:429,r:21,s:0&tx=76&ty=77&biw=1024&bih=677

Imagens dos egípcios

                                                    
Fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.brasilescola.com/upload/e/deuses-dentro.JPG&imgrefurl=http://www.hploco.com/letra_j/jk/historia_egipcia.html&usg=__wmTLn90hTqREujeR0r2Cvk8ta2A=&h=247&w=224&sz=14&hl=pt-BR&start=0&zoom=1&tbnid=cUA0pfxehsE-eM:&tbnh=126&tbnw=101&ei=F39lTYrKC8_pgQfmzfy_Bw&prev=/images%3Fq%3Deg%25C3%25ADpcios%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26tbs%3Disch:1&um=1&itbs=1&iact=hc&vpx=313&vpy=72&dur=28&hovh=197&hovw=179&tx=104&ty=120&oei=cn5lTfCZGIKSgQexuZS-Bg&page=1&ndsp=24&ved=1t:429,r:1,s:0

Imagens dos egípcios

                                          

Fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNZ3r-m0XIcptmpNlmVI5nzSKtbvYx2rrY-H96QfqS_VR-qNXkQ0MEKfuwujBZqiIdn1feqD1xVmbn5dpz3zOQjfm9WdoVjCX79Uux7R6y9x4X2oMWnPruiElgtq7ZPYyJDDm1CPf5h4s/s1600/DEUSES+EG%C3%8DPCIOS.jpg&imgrefurl=http://projetoaliga.blogspot.com/2010/05/espiritismo-antigo-e-moderno.html&usg=__Lis9J-9idhnv5pO-R1LrFxF6jiM=&h=296&w=451&sz=47&hl=pt-BR&start=1&zoom=1&tbnid=FcXoerVoniDX9M:&tbnh=83&tbnw=127&ei=cn5lTfCZGIKSgQexuZS-Bg&prev=/images%3Fq%3Deg%25C3%25ADpcios%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26tbs%3Disch:1&um=1&itbs=1

Hipatia


Entre os génios matemáticos da Antiguidade conta-se Hipátia (370 - 415), a primeira grande matemática (mulher) de que se tem conhecimento.
Hipátia era filha de Teão de Alexandria, também um matemático distinto e autor de várias obras, e irmã de Epifânio, segundo parece igualmente entendido em matemática. Sabe-se que seu pai, um eminente professor no Museu de Alexandria (do qual mais tarde se tornou director), foi simultaneamente seu tutor, seu professor e seu companheiro. 
    Hipátia teve uma esmerada educação que, para além de um cuidadoso treino físico diário, incluiu arte, ciência, literatura e filosofia. A oratória e a retórica, com grande importância na aceitação e integração das pessoas na sociedade da época, também não foram descuradas. No campo religioso, Hipátia recebeu informação sobre todos os sistemas de religião conhecidos, tendo seu pai assegurado que nenhuma religião ou crença lhe limitasse a busca e a construção do seu próprio conhecimento.
    Hipátia depressa eclipsou o irmão, devido ao seu saber, gentileza, palavra, talento e beleza. Depois de estudar geometria e astronomia em Alexandria, foi para Atenas estudar. Mais tarde regressou a Alexandria onde foi convidada para dar aulas no Museu, juntamente com aqueles que haviam sido seus professores. 
    Hipátia é um marco da História da Matemática que poucos conhecem, tendo sido equiparada a Ptolomeu (85 - 165),Euclides (c. 330 a. C. - 260 a. C.), Apolónio (262 a. C. - 190 a. C), Diofanto (século III a. C.) ou Hiparco (190 a. C. - 125 a. C.). A sua paixão pela matemática e a sua inteligência brilhante reflectiam-se nas suas aulas que atraíam estudantes de várias partes do mundo.
    Do seu trabalho, pouco chegou até nós. Alguns tratados foram destruídos com a Biblioteca, outros quando o templo de Serápis foi saqueado. Sabemos que desenvolveu estudos sobre a álgebra de Diofanto ("Sobre o Canon astronómico de Diofanto"), que escreveu um tratado sobre as secções cónicas de Apolónio ("Sobre as Cónicas de Apolónio") e alguns comentários sobre os matemáticos clássicos. Em em colaboração com o seu pai, terá escrito um tratado sobre Euclides.
    Um notável filósofo, Synesius de Cirene (370 - 413), foi seu aluno e escrevia-lhe frequentemente pedindo-lhe conselhos sobre o seu trabalho. Através destas cartas ficou-se a saber que Hipátia inventou alguns instrumentos para a astronomia (astrolábio e planisfério) e aparelhos usados na física, entre os quais um hidroscópio.
    A tragédia de Hipátia foi ter vivido numa época de luta entre o paganismo e o cristianismo que, na sua época, se tentava apoderar dos centros importantes então existentes. Hipátia era uma ilustre pagã e, em 415, a ira dos cristãos abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu, foi assaltada em plena rua pelos seguidores de São Cirilo e lapidada. Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos de cerâmica, consoante as versões existentes. Os seus membros ensanguentados foram exibidos nas ruas. 


Papiro egípcio de Rhind

                                                    
                                                   Papiro egípcio de Rhind


   Papiro de Rhind ou papiro de Ahmes é um documento egípcio de cerca de 1650 a.C., onde um escriba de nome Ahmes detalha a solução de 85 problemas de aritmética, frações, cálculo de áreas, volumes, progressões, repartições proporcionais, regra de três simples, equações lineares,trigonometria básica e geometria. É um dos mais famosos antigos documentos matemáticos que chegaram aos dias de hoje, juntamente com o Papiro de Moscou.
História
   O papiro matemático de Rhind é uma cópia de um trabalho ainda mais antigo. Foi copiado por um escriba (escriturário egípcio) chamado Ahmes, em 1650 a.C, e por esse motivo também é referenciado por papiro de Ahmes. A papiro foi Inserir adquirido por Alexander Henry Rhind em Luxor, Egito, em 1858. O Museu britânico incorporou-o ao seu patrimônio em 1865, permanecendo em seu acervo até os dias atuais.


Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Papiro_de_Rhind
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUKJ4bD2kxCZnkKpDP9oD8YLemIX5-tk0hMIwIwBMq8_q0DUy9P_maQlYxDx3v0cWljd0kZWe09tQUeZdLpl3kF7PS9JEhYBjLafYrWSsR1TfEYg3LFfUhVS6gzOsEV2YIAeLRdC567vwC/s320/PapiroRhind.jpg&imgrefurl=http://marcolinoo.blogspot.com/2008_12_01_archive.html&usg=__uklCprY0dwzQXAuw8FmXjwsmmVU=&h=320&w=238&sz=35&hl=pt-br&start=0&zoom=1&tbnid=AxuKMtZE63G1HM:&tbnh=130&tbnw=97&ei=ZHtlTcG2GdPngQf398m_Bg&prev=/images%3Fq%3Dpapiros%2Bde%2Brhind%26um%3D1%26hl%3Dpt-br%26sa%3DN%26biw%3D1024%26bih%3D677%26tbs%3Disch:1&um=1&itbs=1&iact=hc&vpx=239&vpy=190&dur=1175&hovh=256&hovw=190&tx=102&ty=112&oei=ZHtlTcG2GdPngQf398m_Bg&page=1&ndsp=24&ved=1t:429,r:7,s:0